São Mamede de Ribatua conhece existência jurídica ainda antes da independência de Portugal. Em 1115, a condessa D. Teresa, mãe de D. Afonso Henriques, deu carta de COUTO à povoação a favor dos Arcebispos de Braga. Em 1262, o Arcebispo D. Martinho Geraldes deu carta de FORAL a São Mamede de Ribatua, regulamentando os direitos e deveres dos seus habitantes.
São Mamede de Ribatua passou a ter estatuto de VILA CONCELHIA, que se manteve até à reforma administrativa do Liberalismo de 6 de novembro de 1836. A dignidade municipal de São Mamede de Ribatua encontra-se patente no belo conjunto arquitetónico formado pela Casa da Câmara, pela Cadeia e pelo Pelourinho, datando este último do século XVI. Situada a Sudeste do Concelho de Alijó, São Mamede de Ribatua remonta a tempos muito antigos, como prova o nome do seu orago, um santo que terá vivido no século III.
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